27 de fev de 2009

GRITO ROCK JP 2009

Vitrolas Polifônicas: A surpresa da noite.

É chover no molhado dizer que um festival de rock no final de semana de carnaval é no mínimo inusitado.

E chuva foi algo que também não faltou durante toda a programação, e nem isso afastou o público ji-paranaense da terceira edição do Grito Rock, realizada no teatro municipal Dominguinhos.

A escolha do lugar demonstrou-se acertada com espaço suficiente para todas as demonstrações por parte do público, desde o Hard Core mais exaltado aos casaizinhos apaixonados nas cadeiras –inteligentemente- deixadas ao fundo do teatro.

Quanto ao lugar, não houve problemas. Porém, fumantes em um ambiente climatizado causaram desconforto em quem não tinha nada com isso. Culpa maior dos mal-educados de plantão, mas a organização deveria ter tomado uma atitude. Avisos durante os intervalos seriam uma saída.

Mas deixando de xurumelas e indo direto ao ponto: das três edições realizadas na cidade, essa foi de longe a mais organizada e estruturada. As condições oferecidas pelo teatro municipal foram as melhores possíveis dentro da idéia “Grito Rock”. Sem falar na iniciativa de se cobrar a entrada com um livro que será doado para uma escola da cidade.
Das sete bandas do cronograma, seis se apresentaram, sendo que a banda New Change de Porto Velho não compareceu, e segundo os organizadores do evento, sequer deram sinal de vida até o início do show. Erro crasso que demonstrou descompromisso da banda, deixando o público a ver navios e fechando as portas da molecada para futuras apresentações na cidade.

A banda Hope, de Ouro Preto d’Oeste, abriu a noite com um som acelerado do Hard Core. Fortes influências punk e a proposital falta de necessidade de arranjos complicados e técnica demasiada foram os pontos positivos dessa promissora banda do interior.

Em seguida subiu no palco Eclipse Final que de cara chamou o público metaleiro para bater cabeça na frente do palco... Mas ficou só nisso.

Por várias vezes o excesso de guturais e a falta de movimento soaram repetitivos. Talvez pela falta de entrosamento da banda com o novo vocalista. Enfim, a rapaziada tem crédito. Os músicos já mandaram bem em outras boas apresentações na cidade, no Machado Rock Festival, por exemplo.

Pausa pra trocar idéia com alguns conhecidos e vem a confirmação do que eu já imaginava: o ápice da noite começaria agora.
Aoxin: Presença de Palco Forte.

E pra continuar, sobe no palco Aoxin, de Cuiabá. O som dos caras é forte, puxa o público pela presença de palco... E justamente o diferencial do grupo, foi o que me incomodou. Gente demais tocando junto, nunca foi problema, desde que não falte uma identificação, influência, estilo ou isso tudo junto.

Era muita gente boa no palco, sem dúvida. Mas só isso... Senti que faltou a boa e velha atitude rock’n roll.

Não dá pra negar que os vocalistas são do caralho e que os bons músicos seguravam a onda muito bem.

Que me desculpem os caras, por sinal, muito gente boa, mas não identifiquei nada no que tocavam, também não me empolgou a ponto de correr atrás de saber o que era.

Por vezes me soou muito parecido com Glassjaws da vida. E ficou só nisso. A falta de identidade deixou a banda na mesmice.

Urbanóid’s veio em seguida pra quebrar o excesso de metal do festival com uma levada reggae-rap-rock (ham?). Com certeza a idéia é confusa, mas com força de vontade e composições próprias - falem o que for - a banda vem se firmando como a única no estilo (único) em Ji-Paraná.

É inegável que o grupo vem crescendo e fazendo seu nome no mar de metal e hard core em que Ji-Paraná se tornou.
Neófytos: Arrebatando corações
Digo isso sem o menor pré-conceito, até porque - na minha modesta opinião, Neófytos, a próxima e melhor banda da noite, foi justamente o metal mais pesado e mais bem tocado que Ji-Paraná pode oferecer.

Não tô descobrindo a roda muito menos sendo o primeiro a notar que o som tirado pelo power-trio da casa, continua sendo um dos melhores do interior do estado.

A potência do quarteto aliada com as boas letras levou a platéia ao delírio.

Eu, um bom e pacato adepto do indie-rock, tiro o chapéu pra qualidade e atitude do grupo. Bom saber que há rockeiros tão competentes na cidade.

Fechando a noite, outra banda Cuiabana (Vitrolas Polifônicas) foi a responsável pela surpresa do festival.

Narrando, talvez explique melhor: teatro já não tão cheio, a grande maioria cabeluda e vestida de preto já tinha assistido e saído após a esperada Neófytos.

Quando sobe no palco Vitrolas Polifônicas. Com uma menina de 16 anos no vocal, acompanhada de uma entrosada banda, ousando com um blues no meio do “mar metálico”, de quebra ainda coloca o público dissidente para dentro do teatro outra vez.

Banda desconhecida conquistar a platéia da forma como a excelente Vitrolas Polifônicas conseguiu, é a maior das provas de competência que uma banda pode dar.

Apenas músicas próprias e a curiosa mistura de estilos com o blues, foram seus trunfos.

O bom baterista, as ótimas dobradinhas entre vocais e o belíssimo timbre da vocalista Maisa, foram um ótimo final para a terceira edição do Grito Rock em Ji-Paraná.

Evento que tem tudo pra se tornar parte do calendário cultural da cidade. Bastando apenas força de vontade das bandas e (porque não?) do poder público, que agora já é obrigado a admitir a existência de uma demanda rockeira na cidade.

Problemas estruturais, de educação e de organização existiram, porém, o resultado final foi dos melhores.

Mais um festival de rock que dá certo numa cidade que sofre pela adoração às preferências clichês.

Torço pelo sucesso dos próximos e finalmente dou meus parabéns aos organizadores, participantes e público pela ousadia e pioneirismo na criação de um público fiel ao bom e velho rock’n roll no interior do nosso estado.

Paulo Demétrius – estudante de jornalismo na UFMS (Universidade Federal do Mato grosso do Sul)

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Djow no Carnaval!

Cacoal não teve Grito Rock, mas teve Rock no carnaval!

Com tão pouco tempo tocando juntos (menos de quatro meses) os meninos da banda Djow de Cacoal fizeram seu primeiro show a um grande publico. Com a Avenida principal de Cacoal totalmente lotada a Djow tocou suas musicas e alguns covers para mais de 12 mil pessoas.
O evento/show fez parte da programação do carnaval de rua do município realizado pela fundação cultural de Cacoal. A Djow subiu no palco por volta das 23 horas do sábado abrindo o show da banda de axé local GM 2000.
Segundo a organização do evento a noite do Sábado foi o dia de maior publico de todo o evento. “Choveu muito na sexta-feira, no dia seguinte o povo resolveu sair de casa. Fazia muito tempo que o Carnaval de Cacoal não dava tanta gente.”- Frisou Gelson proprietário da empresa de Sonorização responsável pelo evento. “Foi uma puta responsa subir naquele palco mais demos conta do recado! (risos). Apesar dos contratempos” concluiu Fernando Monteiro vocalista da Djow.
O vocalista fez citação em relação a um episodio ocorrido nesse show de algumas pessoas que ficaram gritando para a banda palavrões durante a apresentação da Djow pelo fato de estar tocando Rock no carnaval evento culturalmente imposto o estilo musical Axé. “Tentamos não nos importa com esse pessoal. Os mesmos que estavam xingando a banda, eram os mesmos que me fizeram solicitar a policia militar no microfone por estarem brigando para ter uma idéia. É gente que já sai de casa não para curtir uma festa e sim para chamar a atenção e causar tumulto.”-concluiu o vocalista.


DJOW: http://www.bandadjow.palcomp3.com.br/

ORKUT: http://www.orkut.com.br/main#community.aspx?rl=cpn&cmm=79150829

Fernando Meloni – Interior Alternativo Cacoal

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RAPIDINHAS:

ENTERRO DOS OSSOS

Quase tudo certo pra enterro dos ossos em Jipa, na verdade exumação dos ossos, já que o mesmo deve acontecer no dia 07 de março na ON LINE, com as bandas URBANÓID´S (que se apresentou no GR Porto Velho no dia 22) e DI MARCO (que se apresentou no GR Cuiabá no dia 21), na próxima semana tudo em detalhes.

URBANÓID´S: http://www.youtube.com/watch?v=jkHwccWlzeY

DI MARCO no GR Cuiabá: http://www.youtube.com/watch?v=3R6Kpa2nEk8
Di Marco no Grito Rock Cuiabá
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TRIBUTO AS MULHERES

Sim, no dia 28 de Março as mulheres terão uma singela homenagem na ON LINE (nosso já conhecido point rocker da cidade), com vários convidados, e o encerramento da noite com a banda Di Marco, a entrada será R$ 5,00, com inícios às 22:30, vale a pena ir conferir essa homenagem as mulheres do rock.

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APERITIVO:

19 de fev de 2009

CONHECENDO AS BANDAS DO GR JP - Parte 03

Terceira parte da prévia das bandas de fora de Ji-Paraná que se apresentarão no Grito Rock 2009...

NEW CHANGE

É um projeto musical iniciado no final de 2007 por Marcelo Nascimento e Felipe Carlos, com intuito de resgatar ideais da antiga banda de ambos, a brok3n, e também de produzir mais músicas próprias. Após alguns meses compondo e produzindo 12 musicas, chamam Ramon (Baixista da Nepthis) e Valter (Guitarrista da Innocence) para se integrarem a banda, contribuindo também na finalização das musicas. Em julho de 2008, a New Change lança seu primeiro EP com 7 faixas produzidas e gravadas integralmente pelos integrantes da banda. Logo no lançamento, Valter precisa sair da banda por motivos pessoais e Ricardo assume as guitarras sem deixar a desejar, consolidando assim, a nova formação, que em menos de um ano, se apresentou em vários eventos importantes relacionados à cena de rock rondoniense e ainda conquistou um fiel público que está presente em todos os shows. O nome "New Change", que do inglês significa "Nova Mudança", deve-se ao fato de terem passado por varias transformações, sejam elas de formação, ou ate mesmo na forma de tocar e pensar. Além do significado musical, o nome New Change faz uma analogia com a mudança que cada pessoa pode fazer para transformar certa situação em sua vida, ou até na sociedade. Assim, grande parte das letras voltam-se a isso, sempre com uma intenção positiva e otimista. Enfim, a banda conta com a presença de músicos com certo grau de maturidade, que apesar das influencias de um rock agressivo, não se prendem na hora de compor, tentando assim, sempre buscar algo novo dentro de sua própria sonoridade.

Integrantes:

Marcelo Nascimento ~ Guitarra e Voz


Felipe Carlos ~ Bateria

DI MARCO no Grito Rock Cuiabá

Nem só da folia do axé, do samba e das marchinhas vive o carnaval. Democrática que é em suas festas, Cuiabá tem espaço - e público - para outro tipo de manifestação, bem diferente das tradições carnavalescas: o Rock. Estilo de
música que agrupa fervorosos seguidores, tem sido trilha do carnaval de muitos cuiabanos, através do festival Grito Rock. Neste ano, a sétima edição do evento acontece nos dias 20, 21, 22, 23, 24 e 28 de fevereiro, no Clube Feminino. Em sua primeira edição, o Grito Rock era apenas uma reunião de pessoas que queriam fugir do carnaval convencional. Hoje, já é um movimento que se espalhou por outros estados e até por países vizinhos, acontecendo simultaneamente nas mais diversas localidades, sempre com os mesmos propósitos: movimentar a cena musical independente e fazer com que bandas e idéias circulem. Neste ano cerca de 50 cidades promovem o festival, em todos os estados brasileiros. Só em Cuiabá, a programação conta com quase 60 bandas, de todas as regiões do país, e ainda a Cenobites, atração internacional vinda da Holanda. Em 2008, 450 bandas tiveram a oportunidade de tocar nos Grito Rock pelo Brasil adentro. Muitas delas circularam por mais de uma cidade, fortalecendo a proposta de intercâmbio. A programação em Cuiabá conta com nomes importantes e diversos da atual cena musical brasileira. De todas as regiões, chegam a Cuiabá bandas de destaque. Do Norte, por exemplo, vem bandas como a Mini Box Lunar (AP), que se destacou nos festivais da região em 2008; Também a Vinil Laranja (PA), que é uma das bandas escaladas para o festival americano South By Southwest. Do Acre vem a Filomedusa, destaque nacional aclamado por público e crítica. De São Paulo, dois nomes bastante conhecidos pelo público cuiabano, a banda Ludov e Daniel Belleza e os Corações em Fúria . Os pernambucanos da banda Nuda também voltam à Cidade Verde, com todo o seu lirismo e um trabalho de percussão muito bacana. Raphael Amorim, vocalista da banda Di Marco, de Rondônia, vem tocar pela primeira em Cuiabá, estreando já no Grito Rock. Ele se diz bastante satisfeito por apresentar-se no que se pode chamar de “embrião” desse festival. “Enxergamos bem mais do que uma possibilidade de tocar nosso som, mas uma possibilidade de aprender coisas novas sobre o circuito fora do eixo, o papel de um coletivo forte e pulsante, além de muita troca de informação e experiência. E, claro, poder levar o som feito em Rondônia pra outros estados, abrindo assim um caminho pra outras bandas”, conta o vocalista. As bandas mato-grossenses representam cerca de metade das atrações. São nomes como Venial, Inimitáveis, Lopes, Raiva em Paz, Self Help, Ebinho Cardoso Trio, Paulo Monarco, Linha Dura (representando o Hip Hop) e o Macaco Bong, destaque nacional com o disco Artista Igual Pedreiro, eleito o melhor do ano pela Revista Rolling Stone e que também integra a programação do festival South By Southwest, nos Estados Unidos. Dennis Rodrigues, vocalista da abusada e performática Inimitáveis, fica feliz por ter acabado de entrar no mercado autoral e já garantir duas apresentações no Grito Rock, uma em Cuiabá e outra em Londrina, Paraná. “Estamos empolgadíssimos e isso dá um gás tão bacana na banda! Estamos criando inúmeros projetos para 2009...”, revela. A banda tem um repertório jovem-guarda com uma roupagem mais rock’n’roll, e toca por aqui do domingo, 22. Apesar do nome ‘Rock’ dar título ao evento, outros tipo de música também irão embalar estes dias de carnaval no Clube Feminino. Jazz, MPB, Hip Hop e música Eletrônica são alguns deles. O Grito Rock acontece entre os dias 20 e 24 de fevereiro, no Clube Feminino (Rua Barão de Melgaço). Fechando o ciclo, acontece o “Enterro dos Ossos” no dia 28. A entrada é franca até as 20 horas, todos os dias. Informações e programação no www.gritorock.com.br.

Thalita Araújo

Fonte:
http://www.olhardireto.com.br

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Bate papo rapidão com aguitarra e voz da banda Urbanóid´s Soares Junior, que vão se apresentar no GR Ji-Paraná e GR porto Velho.

IA -
Como a Urbanoid´s vê essa pequena turne com dua aprensentações no Grito Rock Jipa e em Pvh?

Juninho - E uma oportunidade imensa participa do Grito Rock 2009 em Ji-Paraná e em Porto Velho, o Grito Rock que e o maior Festival em rede do continente, que reuniu quase 50 cidades do Brasil e de países sul-americanos, nos da banda Urbanóid`s esperamos que no ano que vem as portas se Abram para participa de outros Gritos Rock em outros Estados

IA - A Urbanoid´s é uma banda relativamente nova, quais o planos pra 2009?

Juninho - Iniciada em Meados de 2007, com um estilo de Rap Rock, tocando um som bem sujo, o tempo foi se passando, novos integrantes foram entrando, a mentalidade foi mudando, ate que achamos nosso estilo fazendo um som Reggae com mistura de Rap e falando de paz, amor, de Deus do Grande Jah, temos vários planos para 2009 um deles e o lançamento do nosso CD Demo que terá 8 Faixas e Também fazer o movimento musical em nosso estado de Rondônia realizando vários eventos e participando de vários eventos.

IA - O que vocês prepararam pro GR? algumas novidade na formação? musicas novas?

Juninho - Estamos Preparados com 8 musicas próprias selecionadas para o Grito Rock, a formação e a mesma Juninho Guitarra e vocal, Renatinho Batera e Beck Vocal, Robson Gama Baixo e Izais Guitarra solo, no Grito Rock Porto Velho teremos uma participação em uma musica do Jeferson Marques da banda Estação Vapor.

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RAPIDINHAS:

CORRERIA TOTAL: GRITO ROCK 2009

È Isso ai! Nesse fim de semana acontece em Jipa o Grito Rock 2009, no Teatro Dominguinhos, a entrada será 01 livro, esse que será doado a uma escola da cidade, quem não tiver livro paga R$5,00, mas a idéia é que todos levem um livro de preferência de Literatura (histórias).
O grito contará com a presença de quatro bandas de fora da cidade, as cuiabanas AOXIN e VITROLAS POLIFÔNICAS, a NEW CHANGE de Porto Velho e a HOPE de Ouro Preto D’oeste, as bandas de Jipa a se apresentar serão a ECLIPSE FINAL, NEÓFYTOS e URBANÓID´S essa q também se apresenta no GR Pvh, no dia 22 (Domingo).

Contamos a participação de todos!


SOLTE O GRITO DA GARGANTA!!!
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APERITIVO:

17 de fev de 2009

CONHECENDO AS BANDAS DO GR JP - Parte 02

CONTINUANDO a prévia das bandas de fora de Ji-Paraná que se apresentarão no Grito Rock 2009...

AOXIN

Guitarras dobradas são o forte dos meninos, que constatam firmemente o vocal melódico de Levy com os gritos de Maiko, estilo inovador no cenário cuiabano até então.
Porém, o que chama a atenção do publico ao ver a Aoxin tocar, é sua presença de palco marcante, os meninos são agitados e concentrados, mexem com o publico ouvinte e exigem a sua participação em todas as brincadeiras que o show exibe.
Mesmo nova a Aoxin possui algumas conquistas, como shows em São Paulo, Campo Grande, Abertura de shows como Fresno, CB Jr. E sem duvida a participação em festivais renomados no pais inteiro como Calango, Grito Rock, entre outros.

AOXIN:



O CD está disponível para DOWNLOAD, no site:

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Psycho Circus


Há aproximadamente duas semanas atrás, mais exatamente no último dia sete, teve rock em Cacoal e quem tocou não foi a Mr. Lola. Em comemoração ao aniversário do Fernando Monteiro (ex-banda Relicário e atual Djow), o próprio organizou um som numa boate “que só vai playboy”, segundo ele. Então tá. Segue a comitiva saindo de Ji-Paraná rumo a Cacoal.
Assim que cheguei a Cacoal, fui conhecer a tal boate que se chama Circus. A Circus ocupa uma esquina no centro da cidade (ótimo ponto comercial) e se divide em dois ambientes, totalmente independentes um do outro: existe a Circus Conveniência, que é uma loja de conveniência comum, com mesinhas pela calçada, bastante bebida e um telão que exibe clipes e shows de variados estilos. Percebi que a noite cacoalense passa toda por ali. O pessoal se encontra nessa conveniência e dali parte pra o destino final, seja lá qual for.
Numa parte mais reservada está a Circus boate mesmo. Assim que você passa da portaria, dá de cara com um balcão enorme de mármore cheio de banquinhos, que é onde funciona o bar. As bebidas têm um preço razoável e a cerveja estava geladinha, ou seja, o bar é bom. Na parede ao lado estão algumas reproduções de cartazes de circos dos anos 50, bem legal a decoração. Existe um segundo piso onde ficam algumas mesinhas. O bacana da Circus é que rola um clima de inferninho, pouca luz, enfim, lá é massa, ótima escolha do Fernando.

DI MARCO e a galera animada da circus

Quem abriu a noite foi a Di Marco. O show foi bom, os cacoalenses curtiram um monte, mesmo quando o som deu pau e o microfone do vocalista Raphael Amorim parou de funcionar. O pessoal até cantou junto Los Hermanos, fiquei surpresa com a reação da platéia, achei que iam torcer o nariz pro rock mas não, todo mundo se acabou por lá.
Público devidamente esquentado, entra a Djow com novo baixista, o Carlos, que já tocou em quase todas as bandas que existem ou existiram em Cacoal. Achei que o Fernando está mais seguro nos vocais, melhorou bastante desde a sua primeira apresentação. A banda em si é muito boa, tem ótimos músicos que estão muito entrosados, mas, na minha opinião, falta melhorar um pouco o repertório. O problema do som persistiu durante o show da Djow, o que não afetou a apresentação dos meninos. Como eles tocam músicas de bandas bem conhecidas, tipo Capital Inicial, todo mundo cantou junto e ficou tudo certo. Vale lembrar que a Djow é recente mas já tem músicas próprias, um pop rock melhor que o da Relicário, antiga banda do Fernando. Depois começou um DJ que mandava um funk atrás do outro aí eu senti que era hora de ir embora.
O que deu pra perceber é que Cacoal é democrática. Se tem uma balada o povo vai, não interessa muito qual seja. Voltei pra Ji-Paraná satisfeita, rock na Circus é barca boa na certa.
DJOW: Promissora banda de Cacoal

Samira Lima - Interior Alternativo

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TROCA DE IDÉIA:


Bate papo rapidão com André Gorayeb, guitarrista da Vitrolas polifônicas, que vai tocar no GR Ji-Paraná.

IA - o que vcs esperam dessa mini-turne por rondonia?

André: além de conhecer as cidades, que ainda não conhecemos, divulgar a banda e fazer um bom show pra que possam nos chamar mais vezes.

IA - qual a importancia do tão comentado CUBO CARD para bandas como vcs?

André: poder usar serviços como, divulgação da banda, pagar as viagens, sessão de fotos, gravação das músicas, estúdio pra ensaio, manutenção dos intrumentos, e o que sobrar é pra cerveja

IA - o que a banda vem preparando pros show em RO, to sabendo que mudaram um integrante?

André: sim, o antigo baixista(aruã) saiu da banda por motivo de estudos e trabalho, depois disso convidamos o Définho que tocava na banda BIG TRIP pra ensaiar com a gente, e tamos aí, vamos tocar as músicas do EP, para divulgar as que ja estão gravadas e na internet (www.myspace.com/vitrolaspolifonicas) e umas músicas novas, surpresa! não esquecendo do show de strip da maísinha.
Escute o Vitrolas polifônicas ai:

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RAPIDINHAS:

RAIO WEBTV NO AR!

Após algum tempo de expectativa, eis que anunciamos o mais novo canal de comunicação: a RAIO WEBTV. A WebTv irá proporcionar um contato mais ativo com as pessoas envolvidas na cena independente de Rondônia e região, já que é uma maneira de, literalmente, ficar de olho no que está acontecendo em Porto Velho e com o Raio Q Uparta.O primeiro programa faz um apanhado geral do que é o Coletivo e mostra um balanço do que vem rolando na cena independente nesse últimos tempos em Porto Velho, como as festas promovidas pelo Raio e os eventos da Sede do Casarão. Rola ainda uma entrevista com Bruno Kayapy da banda Macaco Bong de Cuiabá que esteve em Porto Velho no último dia 31 e nos prestigiou com maravilhoso show que deu o que falar. Sempre é bom apreciar a música da banda cuiabana. Um trecho do show é mostrado no novo canal do Raio e vale muito a pena conferirir!

Confere ai as 2 partes:

http://www.youtube.com/view_play_list?p=5DF81B18E11D7BD6

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APERITIVO:

10 de fev de 2009

CONHECENDO AS BANDAS DO GRITO ROCK JP

Vamos fazer uma prévia das bandas de fora de Ji-Paraná que se apresentarão no Grito Rock 2009, aqui começamos pela cuiabana Vitrolas Polfônicas.

Vitrolas Polifônicas


Seria uma banda comum da cena musical de Cuiabá, MT se não tivesse levado o samba ao rock e revigorado o blues antes esquecido na cidade.Formada no início de 2007, Vitrolas Polifônicas passou por muitas formações até chegar ao quarteto de: Maísa, vocalista e guitarrista; André Gorayeb, guitarrista; Aruã, Baixista e Carlos Augusto (Buiu), o experiente baterista.
No Começo, a proposta era trazer o blues com pitadas de rock'n roll, porém, com o amadurecimento e evolução da banda, o objetivo se tornou o samba'n blues, apesar de assumir postura de inclassificável pelo gosto de variedades.
Mantendo Influencias da Bossa nova ao Rock, tendo um som forte pelas guitarras distorcidas e ao mesmo tempo Suave pelo vocal, os VPs se erguem a cada show mostrando o que gostam de fazer sendo sempre que possível acolhidos em festivais como o Calango, Grito Rock, Festival Volume, entre outros. Vitrolas Polifônicas :

www.tramavirtual.uol.com.br/vitrolas_polifonicas

www.fotolog.com/vitrolas

www.myspace.com/vitrolaspolifonicas

ORKUT:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=36429323

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Grito Rock Vilhena Cancelado!!!


CARTA DE CANCELAMENTO DO GRITO ROCK VILHENA 2009

Não é a primeira vez e queremos que seja a última que tenhamos que agir assim, mas vimos novamente a público dizer que mais um evento do Vilhena Rock não poderá ser realizado. Bom, vocês já devem estar acostumados com adiamentos e cancelamentos e mais uma vez estamos aqui para dizer: Nos esforçamos, mas não deu.Na peregrinação pela busca de patrocínios o número de empresas interessadas em apoiar o projeto foi nulo, isso mesmo, nenhuma empresa se expressou inclinada em apoiar o festival FINANCEIRAMENTE. Somos gratos pelo apoio da Microlins que se dispôs a juntamente com seus parceiros arrecadar recursos para o projeto, mas mediante as negativas das empresas somos inclinados a rever a viabilidade do projeto. O Grito Rock de 2007 está ainda sendo pago por um dos membros do coletivo e hoje nenhum dos integrantes do Vilhena Rock tem condições de peitar de frente caso ocorra algum prejuízo financeiro.Embora muitos pensem isso não é se acovardar e sim enxergar a dura realidade: sem apoio não se vai nenhum lugar, é fato. Agradecemos a Prefeitura de Vilhena (pela liberação do Centro de Treinamento), a Microlins por ter acreditado no projeto, e as bandas que enviaram seu material para a edição vilhenense do festival. Mais uma vez ficamos em débito, mas não deixaremos de esclarecer os fatos. Outro fator que pesou para essa decisão foi a saída de um dos membros da organização devidos a problemas de saúde na família.O foco agora é viabilizar a documentação do coletivo Vilhena Rock e transformá-lo em associação o mais breve o possível até para que no futuro problemas como este não se repitam.Bom, agora vocês podem reclamar, xingar, gritar, berrar, querer dizer umas boas palavras para os organizadores do festival, agora todos vão poder ter razão.Nós tentamos e falhamos, um dia a gente acerta.

João Carlos Regert Neto – Nettü Regert

MSN: jc_ramone@hotmail.com

SKYPE: jregert

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RAPIDINHAS:

FIQUE POR SABENDO QUEM ESTÁ GRITANDO
As informações de quase 50 cidades em um único lugar
Com um pequeno atraso está sendo lançado hoje o Site Grito Rock 2009. Lá, além das quarenta e nova cidades que realizarão o Festival, dados importantes para bandas como contato dos organizadores, flyers e material gráfico dessas edições, programação de shows e muitas notícias podem ser conferidas. O mais bacana é que o site é totalmente colaborativo entre esses quase cinquenta realizadores, já que cada um deles receberam hoje o login e a senha que dá acesso ao sistema para adicionar essas informações. Lá também você pode checar nos botões de cima o espaço do Grito Rock TEC, o blog de tecnologia que está sendo atualizado com arquivos de produções sedidos pelos envolvidos na produção de tudo quanto é canto do país. + Lembrando que o Grito Rock é integrado ao Circuito Fora do Eixo, logo o site está hospedado no próprio portal:
www.foradoeixo.org.br/gritorock

De lambuja ai vai a arte do Grito Rock JP 2009:


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TA NA NET

Saiu no youtube uma matéria sobre o evento SKATE ROCK, que contou com a Cuiabana Macaco Bong (Leia sobre em: http://foradoeixo.org.br/noticia.php?id=763 ), a matéria foi exibida na TV Nazaré:

http://www.youtube.com/watch?v=-NFnZaDgiBA

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APERITIVO:

Calibre a Gosto – Preços e Valores

Foto: Mariana Paio
http://www.youtube.com/watch?v=m37jj5rghTg

Ótima banda de JIPA que ficou um longo tempo fora de cana e ressurgiu recentemente no festival Machado Rock Festival, papando a gravação de 3 Faixas no Cd do festival.

4 de fev de 2009

COMEÇO DE ANO ROCK AND ROLL

Skate Rock :::::::::

A atração do Skate Rock: Macaco bong de cuiabá

Skate...


Aconteceu no último domingo (1°), no ginásio de esportes Gerivaldo José de Souza, o Gerivaldão, a primeira edição do Skate Rock, um evento que reuniu skatistas de vários municípios de Rondônia e apresentação de bandas de Ji-Paraná, além de uma vinda do estado de Mato Grosso.
O evento, que contou com o apoio da Fundação Cultural de Ji-Paraná (FCJP), Secretaria de Esportes (Semes), roupas E-Holic e Colibri Motos, começou às 9 horas, horário em que os skatistas já andavam na pista, que teve os obstáculos confeccionados pelos próprios esportistas de Ji-Paraná. Centenas de pessoas circularam no Gerivaldão durante o Skate Rock, inclusive praticantes de bike e patins, que aproveitavam os obstáculos para praticarem esportes.
De acordo com o responsável pela parte musical do Skate Rock, Raphael Amorim, o principal objetivo do evento foi mobilizar os jovens para irem a eventos culturais. “Várias pessoas foram ao Gerivaldão ver a competição e assistir aos shows. Isso mostra que a população ji-paranaense está ficando mais aberta ao que é novidade, como os esportes radicais, por exemplo, esse evento também marca o inicio do calendário de ações do coletivo Interior Alternativo”, afirmou.


CAMPEONATO DE SKATE - Devido ao alto nível dos competidores foi realizada apenas uma bateria na categoria amador, onde skatistas que andam há mais de quatro anos estão aptos a participar. Ao todo, 12 atletas se inscreveram no campeonato. O organizador da competição de skate, Valter Lopes, falou sobre o evento. “O saldo do Skate Rock foi muito positivo para a classe dos skatistas, já que movimentamos a cena do esporte e recebemos muitos atletas de outros municípios, o que ajuda a melhorar o nível dos skatistas daqui”, explicou.
Na primeira colocação ficou Juliano Reis, de Ji-Paraná. Em segundo, Bruno Pastore, de Porto Velho. Amazon Corvo, também de Ji-Paraná, conquistou o terceiro lugar. Na quarta posição ficou Ferrugem, de Ouro Preto. Os vencedores foram premiados com equipamentos para skate, camisetas e bonés da marca E-Holic, cd’s e medalhas. Galera aproveitando a pista e a banquinha do INTERIOR ALTERNATIVO

Rock...

Domingo à noite (01/02), fui conferir as bandas que se apresentaram no campeonato de Skate. O Skate Rock nada mais foi do que a prova de que pouco dinheiro e muitos amigos podem somar para a realização de um pequeno evento. Logo que cheguei, o que pude ver é que vários amigos se reuniram para realizar a mistura de campeonato de skate com shows de rock. Quem dera tivéssemos um grande patrocinador aqui para investir fundos em um grande evento, mas, a iniciativa foi tomada, parabéns a organização.Bom, continuemos. A primeira banda da noite foi a Neófytos. Uma banda de metal com uma presença de palco absurda. A Neófytos tem seus seguidores que não deixam de balançar suas cabeças em nenhum momento enquanto a banda se apresenta. O vocalista Pablo (que particularmente me dá medo depois que sobe ao palco), realmente encarna o que está tocando. Tem um timbre de voz grave rasgado que chacoalha qualquer estrutura e eu sempre fico pensando como ele não estoura nem uma caixa de som enquanto canta, o loco. Ah, a banda que eu queria ver...a banda Urbanóid´s. Eles não se apresentam em qualquer lugar então ainda não tinha conseguido ver o show. Entraram com o reggaezinho bacana, que até me surpreendeu, mas algumas músicas tem uma mistura estranha de “igrejauniversalcomreggaedajamaicaerapdosracionais”. A banda toca bem, mas as músicas próprias que são rap me lembram “Vida Loka”, e me parece que não fui só eu que achei isso. Ai entrou a banda Di Marco que eu não vou fazer muitos comentários bons hj (só pra não me chamarem de puxa saco ok?). Achei a voz do Raphael (vocalista) meio estranha, não sei se era o som que estava muito alto e eu estava do lado das caixas, mas não gostei muito do jeito que a voz se propagou. Aplausos para o Xandy (baterista) e para Uelton (baixista) que tocaram bem “Demaiiss”, dava pra ouvir muito bem eles tocando. Ponto positivo para as dancinhas do Alemão (guitarrista) que fez vários passinhos bonitinhos durante o show, hahaha. Ah e detalhe que enquanto eles tocavam a música “Toda vez que chove”, caia uma chuva lascada no Gerivaldão, fiquei imaginando que daria um ótimo clipe aquela chuva caindo bem na hora da música.Bom, como eu perdi o último show da noite que foi da banda cuiabana Macaco Bong, quem vai tecer comentários sobre o mesmo é a jornalista Samira Lima que me substitui nesta parte... E chega ao palco a Macaco Bong. Sem sombra de dúvidas, era o show mais esperado da noite, afinal a fama dos meninos já havia corrido por toda a cidade. Outra coisa: uma banda de rock sem vocalista? Quem não conhecia a Macaco estava lá com os dois pés atrás, achando que todos os elogios eram puxa-saquismo. E começa o show, sem que os integrantes emitissem uma palavra. A reação da platéia foi a mesma que tive quando assisti a um show da Macaco Bong pela primeira vez: todos os presentes estavam boquiabertos, sem acreditar nos próprios olhos. A Macaco Bong pra mim é isso, é muita música pra pouca gente em cima do palco, uma banda absurda de boa. A qualidade dos músicos é indiscutível, não há como dizer que um dos três integrantes seja um instrumentista mediano (e isso me faz pensar que todo músico que vê um show da Macaco sai de lá com outra visão sobre música. Workshop de primeira!). Eles são bons e fazem ótimas criações, falam sem abrir a boca e é isso que impressiona. A música deles se faz entender sem ter um único ruído de voz, só bateria, baixo e guitarra, funcionando da forma mais plena que eu já assisti.
Samira Lima e Mariana Paio Comunicação IA

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GRITO ROCK JP
Acaba de sair a lista de bandas para o Grito Rock JP 2009, que acontecerá no dia 21 de fevereiro no Teatro Dominguinhos no centro da cidade.O festival marca o inicio do Circuito Rondoniense de Musica independente firmando a parceria do Interior Alternativo com os coletivos: Raio que Uparta (pvh) e Vilhena Rock (vlh).

Bandas GR Ji-Paraná:

- HOPE (Ouro Preto D’oeste)

- ECLIPSE FINAL (Ji-Paraná)

- AOXIN (Cuiabá)

- URBANÓID´S (Ji-Paraná)

- NEW CHANGE (Porto Velho)

NEÓFYTOS (Ji-Paraná)

- VITROLAS POLIFÔNICAS (Cuiabá)

(Sendo essa já a ordem de apresentação das mesmas.)

Raphael Amorim Produção IA

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RAPIDINHAS:

URBANÓID´S NO GRITO ROCK PVH.

A banda de jipa Urbanóid´s foi a banda selecionada para se apresentar na capital do festival Grito Rock que acontecerá no dia 22 de fevereiro na Sede do Casarão, a banda ainda se apresenta no dia 21 no Grito Rock JP.

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DI MARCO no Grito Rock Cuiabá.

Saiu hoje no blog "O Cubista"do Pablo Capilé menbro do Espaço Cubo, a lista de bandas selecionadas parao GR Cuiabá, nessa lista estão duas banda de Rondônia a MISS JANE de Porto Velho, que se apresenta no dia 22 (domingo) e a DI MARCO de Ji-Paraná no dia 21 (sabádo), tocando com bandas como FILOMEDUSA do Acre e a paulista LUDOV.

21/02 SABADO

02:30 Ludov (SP)

02:00 Anhanga (MT)

01:30 Filomedusa (AC)

01:00 osviralata(MT)

00:30 Nhocuné Soul(SP)

00:00 Vandaluz (MG)

23:30 Kallima(MT)

23:00 Di Marco (RO)

22:30 Lothus(MT)

22:00 Prévias

veja a lista completa no blog:http://www.cubista.blogspot.com/

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CIRCUS APRESENTA: DJOW + DI MARCO.


Sábado dia 07 de Fevereiro, na Circus em Cacoal as bandas DJOW (cacoal) e DI MARCO (jipa) animarão a noite, ao cacoalenses que estiverem afim de curtir um bom rock and roll já sabem onde ir.

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APERITIVO:

Vou Começar – Jéssica B.

http://www.youtube.com/watch?v=vv8-hE2m8iY

Ex vocalista da banda Hawk Angel, em novo trabalho, algo mais leve do que os vocais agressivos da sua antiga banda, porém muito bom e quem escuta não relaciona esse linda voz com aqueles vocais nervoso.
Vale a pena da uma co ferida


TIRINHA:::::::::::::::::::