24 de abr. de 2009

VEM AI 2° FESTIVAL SOLARIS DE BANDA NOVAS


No dia 02 de Maio acontece pela segunda vez em Cacoal o Festival Solaris de bandas novas no teatro Cacilda Becker, Organizado pela escola de musica Solaris em parceria com a fundação cultural e o Interior Alternativo, agora com um braço na cidade, o festival tem a finalidade de formentar a cena de Cacoal e região.
O festival vai contar apenas com bandas novas que possuam canções próprias, a qual estará concorrendo a gravação de uma faixa no Zero DB estúdio, outro parceiro do IA em Cacoal, e a uma vaga em evento realizado pela fundação cultural e o IA, no centro da cidade com bandas de todos o estado, nos dia 16 de maio.
Megadrive a banda ganhadora do primeiro Festival Solaris

Na sua primeira edição o festival ainda intimista teve mais sucesso do que o esperado pelo seu idealizador, Fernando Meloni, que a muito se dedica em trazer uma opção a cidade, criando uma parceria entre as bandas e o festival, como uma dependência, as bandas precisam do festival e o festival das bandas, cada banda inscrita não paga nada pela inscrição porem tem uma cota de ingressos pra vender, ganhando também uma porcentagem do valor adquirido, fazendo com que a banda se esforce pra trazer e formar o seu publico, segundo Meloni, há bandas que já cumpriram sua cota e ainda sim continuam a vender os ingressos.

O festival tem tudo pra ser outra um sucesso, e cumprir a sua finalidade, formentar a cena e dar um UP nas produções próprias, inserindo assim de vez Cacoal dentro do Circuito Fora do Eixo.

Overdrive encerrando o primeiro Festival

25 de mar. de 2009

IA Web TV no Ar


http://www.youtube.com/watch?v=7HZJ5cZQuME

Está no ar a nossa WebTV, com muito mais vontade do que experiência, nesse primeiro programa, um especial com o inda da banda jiparanaense DI MARCO ao Grito Rock Cuiabá, com um pequeno bate-papo com a galera da banda mineira VANDALUZ, e a brasiliense VALDEZ, e um pouco da apresentação de algumas das muitas bandas que tocaram por lá, incluindo a participação do guitarrista Bruno Kayapy do Macaco Bong com o Daniel Belleza e os corações em fúria.

Esperamos que gostem, e que esperem o novos programas da IA Web TV.
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Bate papo rapidão com Giovanni Marini, vocalista da banda COVEIROS de Porto Velho, que comemora 9 anos de muito Rock na cabeça.
COVEIROS no Grito Rock 2009 em Porto Velho.

IA - A COVEIROS MOSTROU-SE BEM VIVA NA SUA APRESENTAÇÃO NO GRITO ROCK PVH, QUAL O SEGREDO PRA UMA BANDA PERSISTIR A TANTOS ANOS NA CENA UNDERGROUD?

Giovanni Marini:
Bom, o que mantém a banda viva é a amizade entre nós 4... e o amor pela música que fazemos, mesmo sem a presença de nosso baterista (que estava em lua de mel) convocamos um dos melhores baterista de Rondônia, o Pablo da Merda Seca, que deu conta do recado... acho que o ponto mais importante para uma banda manter o tesão pela música é estar sempre compondo, nós da coveiros nunca paramos, não é atoa que estamos com mais 40 músicas próprias hoje e nos preparando para gravar um EP junto com a DHC com 5 músicas inéditas, isso ajuda a banda a estar sempre se renovando e buscando novos horizontes musicais, se estivemos parados no tempo, sem duvida alguma a banda já teria acabado, é uma delícia compor junto aos coveiros, é simples natural e sempre ficamos satisfeitos com o resultado.

IA - COVEIROS, O QUE MUDOU NA CENA ROCK EM RONDÔNIA NESSES 9 ANOS DE BANDA?

Giovanni Marini:
Quando começamos, não havia nenhuma organização entre as bandas, e pouquíssimas bandas se preocupavam em fazer música autoral, apenas a DHC, CONFRONTO D, ORBE e MERDA SECA tinham músicas próprias quando começamos a tocar, e estas banda serviram de inspiração para compormos nossas próprias músicas, hoje muita gente compõe e existem muitos coletivos e organizações, algumas deram certo outras nem tanto, o público também era diferenciado, existia uma vontade muito maior da galera em ver bandas, hoje em dia não vejo isso, talvez a cena tenham se burocratizado demais, um exemplo foi o grito do rock agora, faltou divulgação, não haviam cartazes nas ruas, fiquei sabendo que não coloram porque a SECEL não deu os cartazes, ora porque não tirar fotocópias então? Se fosse em outras épocas a cidade estava cheia de cartazes, e muita gente sabendo, outra fato interessante é que no nosso início tudo era voltado para a cena local, hoje existe uma globalização maior, por essa razão tantas bandas de outros Estados tocam por aqui e as daqui tocam em outros Estados, mas acho que se nos voltássemos para os nossos problemas locais em vez de copiar o ESPAÇO CUBO muitas coisas teriam melhorado na cena, principalmente a questão do público que nem sabe quando tem show, e quando tem reclama do preço com razão, não dá pra pagar 10 reais num show de rock HOJE em Porto Velho, esse tipo de coisa tem que ser feita com mais cautela, senão espanta em vez de aglomerar.

IA - QUAIS OS PLANOS DA COVEIROS PRA 2009?

Giovanni Marini: Inicialmente estamos aguardando algumas resoluções na vida pessoal de nossos membros, tudo indica que iremos gravar um EP com a DHC em abril na semana santa, com cinco músicas inéditas de cada banda, após isso só voltamos a tocar em agosto quando nosso guitarra estiver mais folgado de tempo, ai pensaremos em voltar a tocar em festivais fora de Rondônia, por enquanto é isso.

Músicas:
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=78912
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/coveiros/

Letras:
http://bandacoveiros.blogspot.com

Fotos:
http://www.fotolog.com/coveirospvh

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RAPIDINHAS:

Casarão 10 anos
PATO FÚ, confirmado para o Casarão 2009.

É isso ai, o Casarão, o festival de rock mais expressivo do estado já tem suas atrações definidas, tudo indica a participação das bandas Pato fú e Ratos de porão, além de diversas atrações locais e do cenário independente brasileiro.
Ainda não há uma data definida, segundo Vinicius Lemos, o festival deve acontecer na casa de shows Zé Beer.
No Casarão já se apresentaram banda de jipa como Alquimia, Tatudikixuti e Di marco.

SAIBA MAIS SOBRE O CASARÃO 2009:
http://www.foradoeixo.org.br/noticia.php?id=866

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Di Marco para Download e mais uma vez a capital.

DI MARCO pela sexta vez na capital.

A banda se apresentou na Sede do Casarão, no dia 20 de março, e de quebra comemorou o aniversário do seu guitarrista, Magno Alemão.
A noite foi recheada de participações de amigos da banda, como Diego Bentes e Rodolfo Bartolo da Ultimato, Marcos Felipe e Gabriel da Hey hey hey, Aime da Semáforo 89 além de vários outros amigos.

A Di Marco também disponibilizou para download o seu primeiro Ep (#01), com as faixas: Pro tempo parar, Mania de querer ter, e mais 3 faixas bônus acústicas, quem não teve acesso ao Ep material, agora pode baixar o disquinho no endereço a seguir:

DI Marco - EP #01
http://rapidshare.com/files/213347286/Di_marco_-_EP__01.rar.html

Confira uma entrevista com a banda feita por Poliana Zanini no site
http://www.escutaessa.net/
Confira ai o link:
http://www.escutaessa.net/base/show_news.php?subaction=showfull&id=1236270368&archive=&start_from=&ucat=4&

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APERITIVO:

27 de fev. de 2009

GRITO ROCK JP 2009

Vitrolas Polifônicas: A surpresa da noite.

É chover no molhado dizer que um festival de rock no final de semana de carnaval é no mínimo inusitado.

E chuva foi algo que também não faltou durante toda a programação, e nem isso afastou o público ji-paranaense da terceira edição do Grito Rock, realizada no teatro municipal Dominguinhos.

A escolha do lugar demonstrou-se acertada com espaço suficiente para todas as demonstrações por parte do público, desde o Hard Core mais exaltado aos casaizinhos apaixonados nas cadeiras –inteligentemente- deixadas ao fundo do teatro.

Quanto ao lugar, não houve problemas. Porém, fumantes em um ambiente climatizado causaram desconforto em quem não tinha nada com isso. Culpa maior dos mal-educados de plantão, mas a organização deveria ter tomado uma atitude. Avisos durante os intervalos seriam uma saída.

Mas deixando de xurumelas e indo direto ao ponto: das três edições realizadas na cidade, essa foi de longe a mais organizada e estruturada. As condições oferecidas pelo teatro municipal foram as melhores possíveis dentro da idéia “Grito Rock”. Sem falar na iniciativa de se cobrar a entrada com um livro que será doado para uma escola da cidade.
Das sete bandas do cronograma, seis se apresentaram, sendo que a banda New Change de Porto Velho não compareceu, e segundo os organizadores do evento, sequer deram sinal de vida até o início do show. Erro crasso que demonstrou descompromisso da banda, deixando o público a ver navios e fechando as portas da molecada para futuras apresentações na cidade.

A banda Hope, de Ouro Preto d’Oeste, abriu a noite com um som acelerado do Hard Core. Fortes influências punk e a proposital falta de necessidade de arranjos complicados e técnica demasiada foram os pontos positivos dessa promissora banda do interior.

Em seguida subiu no palco Eclipse Final que de cara chamou o público metaleiro para bater cabeça na frente do palco... Mas ficou só nisso.

Por várias vezes o excesso de guturais e a falta de movimento soaram repetitivos. Talvez pela falta de entrosamento da banda com o novo vocalista. Enfim, a rapaziada tem crédito. Os músicos já mandaram bem em outras boas apresentações na cidade, no Machado Rock Festival, por exemplo.

Pausa pra trocar idéia com alguns conhecidos e vem a confirmação do que eu já imaginava: o ápice da noite começaria agora.
Aoxin: Presença de Palco Forte.

E pra continuar, sobe no palco Aoxin, de Cuiabá. O som dos caras é forte, puxa o público pela presença de palco... E justamente o diferencial do grupo, foi o que me incomodou. Gente demais tocando junto, nunca foi problema, desde que não falte uma identificação, influência, estilo ou isso tudo junto.

Era muita gente boa no palco, sem dúvida. Mas só isso... Senti que faltou a boa e velha atitude rock’n roll.

Não dá pra negar que os vocalistas são do caralho e que os bons músicos seguravam a onda muito bem.

Que me desculpem os caras, por sinal, muito gente boa, mas não identifiquei nada no que tocavam, também não me empolgou a ponto de correr atrás de saber o que era.

Por vezes me soou muito parecido com Glassjaws da vida. E ficou só nisso. A falta de identidade deixou a banda na mesmice.

Urbanóid’s veio em seguida pra quebrar o excesso de metal do festival com uma levada reggae-rap-rock (ham?). Com certeza a idéia é confusa, mas com força de vontade e composições próprias - falem o que for - a banda vem se firmando como a única no estilo (único) em Ji-Paraná.

É inegável que o grupo vem crescendo e fazendo seu nome no mar de metal e hard core em que Ji-Paraná se tornou.
Neófytos: Arrebatando corações
Digo isso sem o menor pré-conceito, até porque - na minha modesta opinião, Neófytos, a próxima e melhor banda da noite, foi justamente o metal mais pesado e mais bem tocado que Ji-Paraná pode oferecer.

Não tô descobrindo a roda muito menos sendo o primeiro a notar que o som tirado pelo power-trio da casa, continua sendo um dos melhores do interior do estado.

A potência do quarteto aliada com as boas letras levou a platéia ao delírio.

Eu, um bom e pacato adepto do indie-rock, tiro o chapéu pra qualidade e atitude do grupo. Bom saber que há rockeiros tão competentes na cidade.

Fechando a noite, outra banda Cuiabana (Vitrolas Polifônicas) foi a responsável pela surpresa do festival.

Narrando, talvez explique melhor: teatro já não tão cheio, a grande maioria cabeluda e vestida de preto já tinha assistido e saído após a esperada Neófytos.

Quando sobe no palco Vitrolas Polifônicas. Com uma menina de 16 anos no vocal, acompanhada de uma entrosada banda, ousando com um blues no meio do “mar metálico”, de quebra ainda coloca o público dissidente para dentro do teatro outra vez.

Banda desconhecida conquistar a platéia da forma como a excelente Vitrolas Polifônicas conseguiu, é a maior das provas de competência que uma banda pode dar.

Apenas músicas próprias e a curiosa mistura de estilos com o blues, foram seus trunfos.

O bom baterista, as ótimas dobradinhas entre vocais e o belíssimo timbre da vocalista Maisa, foram um ótimo final para a terceira edição do Grito Rock em Ji-Paraná.

Evento que tem tudo pra se tornar parte do calendário cultural da cidade. Bastando apenas força de vontade das bandas e (porque não?) do poder público, que agora já é obrigado a admitir a existência de uma demanda rockeira na cidade.

Problemas estruturais, de educação e de organização existiram, porém, o resultado final foi dos melhores.

Mais um festival de rock que dá certo numa cidade que sofre pela adoração às preferências clichês.

Torço pelo sucesso dos próximos e finalmente dou meus parabéns aos organizadores, participantes e público pela ousadia e pioneirismo na criação de um público fiel ao bom e velho rock’n roll no interior do nosso estado.

Paulo Demétrius – estudante de jornalismo na UFMS (Universidade Federal do Mato grosso do Sul)

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Djow no Carnaval!

Cacoal não teve Grito Rock, mas teve Rock no carnaval!

Com tão pouco tempo tocando juntos (menos de quatro meses) os meninos da banda Djow de Cacoal fizeram seu primeiro show a um grande publico. Com a Avenida principal de Cacoal totalmente lotada a Djow tocou suas musicas e alguns covers para mais de 12 mil pessoas.
O evento/show fez parte da programação do carnaval de rua do município realizado pela fundação cultural de Cacoal. A Djow subiu no palco por volta das 23 horas do sábado abrindo o show da banda de axé local GM 2000.
Segundo a organização do evento a noite do Sábado foi o dia de maior publico de todo o evento. “Choveu muito na sexta-feira, no dia seguinte o povo resolveu sair de casa. Fazia muito tempo que o Carnaval de Cacoal não dava tanta gente.”- Frisou Gelson proprietário da empresa de Sonorização responsável pelo evento. “Foi uma puta responsa subir naquele palco mais demos conta do recado! (risos). Apesar dos contratempos” concluiu Fernando Monteiro vocalista da Djow.
O vocalista fez citação em relação a um episodio ocorrido nesse show de algumas pessoas que ficaram gritando para a banda palavrões durante a apresentação da Djow pelo fato de estar tocando Rock no carnaval evento culturalmente imposto o estilo musical Axé. “Tentamos não nos importa com esse pessoal. Os mesmos que estavam xingando a banda, eram os mesmos que me fizeram solicitar a policia militar no microfone por estarem brigando para ter uma idéia. É gente que já sai de casa não para curtir uma festa e sim para chamar a atenção e causar tumulto.”-concluiu o vocalista.


DJOW: http://www.bandadjow.palcomp3.com.br/

ORKUT: http://www.orkut.com.br/main#community.aspx?rl=cpn&cmm=79150829

Fernando Meloni – Interior Alternativo Cacoal

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RAPIDINHAS:

ENTERRO DOS OSSOS

Quase tudo certo pra enterro dos ossos em Jipa, na verdade exumação dos ossos, já que o mesmo deve acontecer no dia 07 de março na ON LINE, com as bandas URBANÓID´S (que se apresentou no GR Porto Velho no dia 22) e DI MARCO (que se apresentou no GR Cuiabá no dia 21), na próxima semana tudo em detalhes.

URBANÓID´S: http://www.youtube.com/watch?v=jkHwccWlzeY

DI MARCO no GR Cuiabá: http://www.youtube.com/watch?v=3R6Kpa2nEk8
Di Marco no Grito Rock Cuiabá
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TRIBUTO AS MULHERES

Sim, no dia 28 de Março as mulheres terão uma singela homenagem na ON LINE (nosso já conhecido point rocker da cidade), com vários convidados, e o encerramento da noite com a banda Di Marco, a entrada será R$ 5,00, com inícios às 22:30, vale a pena ir conferir essa homenagem as mulheres do rock.

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APERITIVO: