24 de mai de 2007


"HOPE"


Essa palavra de apenas duas sílabas é uma das mais belas dentre as que eu conheço na lingua. A lingua inglesa foi a principal responsável pela propagação da chamada cultura pop, criou seus mitos, personagens, virtudes, ... nesse quadro de realidades paralelas a chamada HQ ou 'comics" era a mais exuberante, com seus superhumanos (ou super não-humanos, como é o caso do mr. kent) e suas super aventuras.Passando pelas releituras da era da reciclagem os quadrinhos voltaram à moda recentemente. seja no cinema ou na TV, os milagresda computação grafica e bom senso nas adaptações ajudaram a recolocar os comics em evidência. mas esse fenômeno batido tem me instigado.Por que os moldes antiquados dos HQs ainda nos encantam?O hábito de se ler as chamadas "revistinhas" já é obsoleto a alguns anos, mas, ainda assim, toda aquela virtude e poder que as telas adotaram acabam por balançar o coração do cara que vê.Umas das melhores coisas inspiradas nas HQs está sendo publicada nesse momento, os caras SUPER-normais do seriado HEROES simplesmente viciam o espectador. Aquela fabulosa batalha sendo travada em um mundo um tanto quanto normal arrebata. Diante de tantos poderes as fraquezas humanas desvirtuando a cena enquanto sempre existe uma virtuosa "esperança" pra nos prender definitivamente à frente da TV, ou PC que seja.

Gente voando, cuspindo fogo, cuspindo gelo, sumindo aquí e aparecendo não sei onde. E por trás dessas tretas todas a onipresente luta do bem contra o mal. Os do bem. Os do mal. Pensando na presente realidade, não tenho certeza se "os do bem" estão na frente. Aparentemente o que envolve a plateia é a subconsciente "esperança" em que algo (ainda que fabuloso) aconteça, e transforme essa deprimente realidade que vivemos. Estamos todos esperando por herois que consigam ser um pouco mais do que humanos e nos salvem de nós mesmos, ou do que criamos.

E que venha o Surfista Prateado pra tocar o terror.
Erlon. 21 e 22/05/2007.

23 de mai de 2007

E você sabe o que tem na sua vizinhança?

E você sabe o que tem na sua vizinhança?

O grande mal do habitante de Vilhena é não saber valorizar os valores da própria cidade. Existe uma resistência muito grande em acompanhar ao crescente movimento cultural que está econtecendo em nosso município. Mas, por quê?Acredito que isso acontece por causa da falta de interesse e o mal costume de achar que o que é daqui é mal feito. Engano total. Mas também não se pode negar, os eventos não são aquela maravilha, mas acontecem. Apesar da falta de patrocínios e incentivos que muitos sofrem, todos continuam, na esperança de ver o seu trabalho reconhecido.
Muitos grupos nascem e acabam sem serem sequer reconhecidos por uma sociedade que dá mais valor a um artista mediano que vem de fora a entender os propósitos de um artista local, que muitas vezes vem com algo inédito e que para se sentir valorizado tem que sair de nossa cidade. Até quando vai acontecer isso?Com o rock daqui, tema principal de minha coluna, a falta de reconhecimento é absurda e o preconceito enorme. É só falar de rock que muita gente fecha a cara e também as portas, afinal muitos pensam que rock é música para "revoltados, drogados, malucos e só" como já ouvi uma vez e por isso não querem se associar a tais grupos. Uma novidade: mais de 90% dos integrantes de bandas da cidade estudam e trabalham, tendo como rock sua principal forma de expressão. Com certeza todos eles procuram demonstrar seus valores para a nossa cidade e sabem que artistas tem que ralar muito para conquistar seu espaço e mantê-lo é mais difícil ainda, então antes de criticar e culpar os roqueiros pelas confusões por que você e os habitantes da cidade não param e tentam ver o que está sendo feito com tanto suor e dedicação, muitas vezes com dinheiro do próprio bolso e que quando existem brigas é muito difícil ver algum integrante de banda envolvido. Fácil constatar, porém difícil reconhecer, afinal criticar é muito mais fácil do que ajudar não é? Entendo, mas não concordo. Para finalizar só uma pergunta, quantos grupos de rock você conhece na cidade?

Dúvidas, sugestões, críticas:
http://www.vilhenarockzine.blogspot.com/

19 de mai de 2007

O meio do começo

O meio do começo

Para uma estréia numa coluna nada melhor que outra estréia. A estréia de uma mentalidade acerca da cultura rondoniense, mais precisamente a cultura Portovelhense. Há alguns anos atrás poderíamos definir a cena rock de Porto Velho como um marasmo profundo, um ostracismo por opção, onde somente as figurinhas carimbadas da noite, tinham espaço em certos bares para divulgação de seus trabalhos, reconhecimento da mídia, reconhecimento do público, o rock estava totalmente marginalizado. E digo o rock como estilo musical mesmo, pois os músicos coitados, nem eram tratados como músicos, pois sempre houve um grande descrédito em relação às bandas desde estilo, talvez pelo seu estilo mais despojado, ou por suas idéias que nunca foram convencionais. Bom, o fato é que isso mudou, e mudou muito. Em agosto de 2004 surge uma idéia de parceria, uma parceria que uniu Rondônia (Beradeiros) ao Acre (Varadouro) em torno de uma proposta cultural sólida. Essa parceria se deu através de intercâmbios entre as bandas dos respectivos estados, e também através de um ciclo de debates entre produtores e músicos. É bem verdade que o intercâmbio teve um inicio bem tímido, mas hoje após quase 3 anos de trabalhos nas áreas sociais e culturais. Porto Velho pode dizer que possui uma vantagem em relação a outras capitais que também brigaram e ainda brigam por uma cena independente profissional, unida, e visível. Desde seu inicio a Ong criada em solo Rondoniense primou por fortalecer uma base de trabalho, ou seja, procurou meios de aglomerar quem produzia musica em Porto Velho e diminuir as lacunas que existiam entre os músicos dessas bandas e entre seus públicos. Esse era um problema antigo de Rondônia, um problema que acabou criando uma espécie de “Muro de Berlin”. Funcionava mais ou menos assim, quem era punk não gostava de headbanger, que por sua vez não gostavam dos punks, esses dois odiavam juntos os pops, estes não davam a mínima pra ninguém, e assim a cena se arrastou por 2 décadas de historias de brigas e discórdia musical. Quando o Beradeiros surge, todos já estavam cansados dessas brigas, e já havia uma consciência por parte dos músicos em relação à união de estilos num grande festival independente que pudesse abrir as portas para essas bandas que foram marginalizadas durante anos. Estava dado o primeiro passo rumo a alto suficiência da cena. Após o primeiro ano tivemos um crescimento no numero de bandas que produziam suas próprias musicas acompanhada de um crescimento qualitativo também. O Beradeiros hoje é sem sombra de duvida uma das poucas entidades culturais que conseguem agrupar quinzenalmente em auditórios cerca de 50 pessoas para simplesmente não deixar a cena independente parada. Todo esse povo além de lutar pela cena musical independente, busca através de ações sociais como arrecadações em eventos de alimentos não perecíveis, livros, com o objetivo de diminuir mesmo que sensivelmente a forte defasagem social de nossa cidade.


Giovanni MariniGiovanni é vocalista da banda COVEIROSE faz parte da produção de vários festivais(BERADEIROS, GRITO DO ROCK PVH E OUTROS)Além de ser uma figurinha carimbadaTambém estará colaborando com agente


“prefiro morrer de pé a viver de joelhos”
Emiliano Zapata

18 de mai de 2007

parte 1

INTERIOR INDEPENDENTE

parte 01

Não seria eu a pessoa mais certa para contar essa história, poisalgumas partes não foram vivenciadas por mim, mas como bom curioso que sou, ouvi muito, li muito, assisti muito e participo desde que soube da existencia desse interior alternativo, porém vou tentar relatar o pouco que eu sei, que ouvi, que assisti e que participei, pois sim acredito que a cena tem futuro.
Ouvi muitas histórias sobre como se iniciou a cena rock and roll em jipa e região, mas a mais antiga que escutei fala sobre alguns amigos que se juntaram e montaram se não me engano a banda AZUL ESCURO, uma singela homenagem a cor do uniforme da Ceron que na época faziam o desligamento e o ligamento da luz elétrica da cidade, não vou saber informar datas precisas pois além de não fazer parte dessa época a vidame tornou uma pessoa fraca de memória (hummm), mas sabe-se que era uma banda totalmente sem recursos, pois naquele tempo não se comprava instrumentos em qualquer lugar como hoje, então os poucos que haviampertenciam as famosas bandas de baile (5ª dimenção, banda mitos), nas igrejas e alguns poucos violões tonantes, esses garotos sim , hojepais de familia, forma a base alternativa de jipa, aos redores a coisa era bem piores.
Apartir dessa fase, alguns garotos começaram a ter mais acesso ao que rolavaforam da zona da mata, já os anos 80 foram os "dias de glória" do rock Brasil, internet um sonho ainda, CD poucos tinham e menos ainda tinha onde toca-los, a impostancia das revista de música com BIZZ entre outras fizeram com que a culturaalternatica desse suas primeiros passos (engatinhando claro), essa segunda fase deve muito as igrejas da região, já que eram os unicos que possuiam equipamentos e que graças a DEUS faziam um grande favor a cena, pois era onde muitas bandasensaiavam e buscavam seus integrantes, já que uma grande maioria aprendia a tocar na igreja.
Alguns abelhudos também começaram o que realmente pode ser chamado de GRITO DE ROCK, a reunião de uma mulecada que jogavam basquete e caiam os priemiros tombos de skate no inicio dos anos 90, reféns do grunge e do punk rock, começaram a tocar do jeito que fosse possivel, com violões adaptados, baterias feitas de peças de fanfarra, baixo feito a mão pelo nosso grande amigo Raldison, alguns desses muleques ainda estão na ativa, em outras bandas é claro. alguns fatos passam despercebidos aos olhos da galera que faz rock and rollhoje na cidade, fatos como a santa tia do nosso amigo ESQUIZITO (Marcelino)que o presenteou com um baixo vermelho, esse que segurou a cozinha de muitas banda de varias fases, e que ele usa até hoje na banda em que toca (DI MARCO),outro fato foi a viagem do grande Nober para o méxico de onde ele trouxe, sem dúvidanenhuma, as guitarras mais importantes da cidade, trata-se de 2 Ibanes, uma branca e outra bége, guitarras essas que são usadas até hoje, mas focando na Ibanes bége que fez a base a os solos de muitas bandas, e que ao meu ver junto com o baixo vermelho do marcelino deveriam ser tombados como pratimonio histórico e cultural de jipa.

Raphael Amorim


"mesmo sem saber que era impossivel, ele foi lá e fez"
Jean Cocteal

17 de mai de 2007

  • Rock em Rondônia, uma cena sem memória.

    Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela não somos nada, cultura sem memória, não é cultura.
    Mas o que seria a memória segundo o pai dos burros (dicionário), é a capacidade de reter, recuperar, armazenar e evocar informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória humana), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial). Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida.
    Pronto agora podemos falar da tal cena sem memória, poucos em Rondônia sabem que sempre tivemos uma cena bem promissora desde o inicio dos anos 90, mas como sempre, toda a potencialidade dos músicos de nosso estado, não foi explorada nem incentivada por órgãos ligados à cultura nem por empresas particulares.
    Esse embrião de cena sobreviveu fuçando as lixeiras da “cultura” rondoniense durante todo esse tempo, tocando em terrenos baldios, em prédios abandonados, na nostálgica Oficina do Rock e em casas de amigos, sobreviveu também graças a gana por cultura alternativa dos músicos e do público sempre fiel, fato este que é notado até hoje.
    Ora se temos tudo isso, ainda não existe necessidade de tecer esta crítica? Ledo engano precisamos sim de muito mais, precisamos de reconhecimento por parte dos órgãos que patrocinam a cultura, precisamos ter o respaldo da grande massa da população, para a partir dessa prerrogativa proporcionarmos as bandas do estado um status de músicos, de fomentadores da cultura urbana, da cultura amazônica. O Projeto Beradeiros busca hoje através da associação dos músicos um reconhecimento e uma profissionalização dos artistas que sempre viveram nas margens da cultura popular. Não podemos cometer os mesmo erros do passado, como é o caso célebre da banda DHC de Porto Velho.
    Formada no inicio de 1991, a banda, composta por Zezório guitarra, Rato Velho vocal, Cid guitarra, Van bateria e André no baixo, buscou produzir musicas de sua própria autoria, dando um salto gigantesco para a cena, simultaneamente os músicos da banda entravam em contato com produtores de musica independente do mundo todo, e não estou exagerando em dizer mundo todo. Em 1995 eles lançam uma demo intitulada “Mundo Animal” que é peça de colecionador hoje em dia, a demo teve suas cópias feitas pelos próprios integrantes da banda em fitas K-7 e enviadas via correio para diversos lugares do Brasil e do mundo. Não demorou muito e os frutos começaram as ser colhidos. Primeiramente o reconhecimento do publico de Porto Velho, que lotava todos os shows da banda e que hoje lembram com nostalgia a época de ouro do Hardcore rondoniense, em seguida o reconhecimento dos incentivadores nacionais do estilo, à banda foi noticiada em Zines de todas as regiões do País, e posteriormente o reconhecimento mundial da banda. Em 1997 a banda recebe um convite da longínqua Holanda para participar da coletânea de hardcore com letras cantadas na língua sem pátria, o ESPERANTO, obviamente que de imediato a banda entrou em estúdio e gravou mais duas músicas novas e enviou para a gravadora, essa coletânea também é peça de colecionador, e isso não foi tudo, quando a coletânea sai o guitarrista da banda Cid, vai a convite de produtores divulgar a banda na Europa, passou 6 meses em vários Países como Inglaterra, Holanda, Finlândia, Suécia. Voltou para Rondônia pronto pra viajar com a banda, e mais uma vez a falta de apoio deu um banho de água fria na cena, a falta de um reconhecimento de órgãos culturais e da grande massa da população apagou a cena quase que irremediavelmente, mas isso eu tratarei no próximo texto. Fica aqui o apelo a todos que se envolvem com a cena, vamos lutar para que nunca mais o caso da DHC se repita, e a saga desta banda não seja nunca esquecida.


    Giovanni Marini

    Giovanni é vocalista da banda COVEIROS
    E faz parte da produção de vários festivais
    (BERADEIROS, GRITO DO ROCK PVH E OUTROS)
    Além de ser uma figurinha carimbada
    Também estará colaborando com agente

14 de mai de 2007

ROCK AJUDA

A real intenção desse evento além matar a seca que todos estavamos de tocar ( ufa!! ), era ajudar a arrecadar o quanto fosse possivel para ajudar nas despesas do nosso amigo heitor, o que foi feito, tudo bem que não arregadamos uma quantia significativa em comparação ao que já foi gasto no seu tratamento, mas em outros aspéctos esse eventoteve um lucro maior.
A noite começou com a banda DI MARCO (http://www.dimarco.palcomp3.com.br) mandando um som mais leve e alternativo, sobre a apresentação sou suspeito pra falar ( hauauahuaa ), logo em seguida teve NEÓFYTOS (www.neofytos.rg.com.br) , na minha opinião é a banda mais empolgante da cidade, mandou seu metal raivoso, na sequenciateve algo inesperado, nosso camarada Heitor não resistiu ao ver a sonzeira comendo e mesmo ainda debilitado devido aos os pinos na perna, foi carregadopelo seu irmão Marlon ( Parabéns cara!! ) até o centro do palco onde junto com sua banda INSAVES mandaram uma sonzeira que deixou todos os presentes emocionados, muleque doido, em seguida teve o hardrock da ESTRICNINA, Cidãoe sua trupe fortes no rock and roll, seguidos pelo punk despojado do THE CACHORRO KENT quebrando ao som de Barbie Girl ( hahahahaha ),por fim a banda SPITFIRE encerrou a noite, surpresa pelo vocal Pablo muito bom,desapontamento pelas banda CALIBRE A GOSTO e TATUDIKIXUTI que não puderam tocar devido a alguns componentes das respectivas banda não estarem na cidade.
Por fim foi uma noite de AMIGOS e ROCK, agradecimentos a quem marcou presençatanto ralando como prestigiando, forte abraço, esperamos mais rock em breve, OK !!

RAPHAEL AMORIM

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"é mais fácil partir um átomo do que partir o preconceito"
ALBERT EINSTEIN

"O brasil é uma republíca federativa cheia de árvores dizendo tchau"
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

"se feijão fosse cozindo na pinga, nois bebia só o cardo!!!"
DITO POPULAR

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Criação do Mundo

por Luis Fernando Verissimo

Na velha questão sobre a origem da humanidade eu defendo o meio-termo. Um empate entre Darwin e Deus. Aceito a tese darwiniana de que o Homem descende do macaco mas acho que Deus criou a mulher. E nós somos a conseqüência daquele momento mágico em que o proto-homem, deslocando-se de galho em galho pela floresta primeva, chegou na planície de Éden e viu a mulher pela primeira vez. Imagine a cena. O homem macaco de boca aberta, escondido pela folhagem, olhando aquela maravilha: uma mulher recém-feita. Como Vênus recém-pintada por Botticelli, com a tinta fresca. Eva espreguiçando-se à beira do Tigre. Ou era o Eufrates? Enfim, Eva no seu jardim, ainda úmida da criação. Eva esfregando os olhos. Eva examinando o próprio corpo. Eva retorcendo-se para olhar-se atrás e alisando as próprias ancas, satisfeita. Eva olhando-se no rio, ajeitando os longos cabelos, depois sorrindo para a própria imagem. Seus dentes perfeitos faiscando ao sol do Paraíso. E o quase homem babando no seu galho. E, com muito esforço, formulando um pensamento no seu cérebro primitivo. "Fêmea é isso, não aquela macaca que eu tenho em casa." Há controvérsias a respeito, mas os teólogos acreditam que, quando Eva foi criada por Deus, tinha entre 19 e 23 anos. E ela reinou sozinha no Paraíso por duas luas. E, instruída por Deus, deu nome às coisas e aos bichos. E chamou o rio de rio e a grama de grama e a árvore de árvore e aquele estranho ser que desceu da árvore, e ficou olhando para ela como um cachorro, de Homem. E quando o Homem sugeriu que coabitassem no Paraíso e começassem outra espécie, Eva riu-se, concordou só para ter o que fazer, mas disse que ele ainda precisaria evoluir muito para chegar aos pés dela. E desde então temos tentado. Ninguém pode dizer que não temos tentado.

Consciência.Net

11 de mai de 2007

INTERIOR ALTERNATIVO


INICIANDO UM BLOG ISTAILI PRA FICAR POR DENTRO DA CULTURA ALTERNATIVA DO INTERIOR DO NOSSO ESTADO OK!!!!

COMO ESSE POST E SO O INICIO, VOU COMEÇAR COM UAM OTIMA NOTICIA
OK!!!

Segundo álbum do Arctic Monkeys está em primeiro no ranking

O segundo trabalho da banda Arctic Monkeys, aguardado por muitos fãs, foi lançado recentemente. Batizado de Favourite Worst Nightmare, vendeu 85 mil cópias no dia do lançamento e foi direto para a primeira posição do ranking britânico.Além da primeira posição no ranking, o quarteto está em destaque no ranking mundial do iTunes. Brianstorm, é o primeiro single do álbum e está no Top 5.A banda promete seguir os mesmos passos do sucesso que conquistaram com o primeiro álbum. Favourite Worst Nightmare tem tudo para ser um dos CD's mais vendidos de 2007. O álbum já está disponível para os brasileiros.

http://www.arcticmonkeys.com/


NOS PRÓXIMOS DIAS, PROMETEMOS QUE O ASSUNTO SERÁ MAIS DIRECIONADNO PARA O MOVIMENTO ALTERNATIVO NA REGIÃO
OK

ABRAÇOS

ACESSEM TBM

http://www.fotolog.net/di_marc0
http://www.dimarco.palcomp3.com.br
www.vilhenarockzine.blogspot.com